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20 de fevereiro de 2009

Um "Estranho Caso" entre muitos...


Para começar, gostei bastante deste “Caso” e sim, sem dúvidas, recomendo…mas não é propriamente sobre isso que estou aqui a escrever…Existe um momento do filme muito fácil de identificar, momento esse que não me passou ao lado…
Ora, toda a gente viu…ela iniciou o seu jogo de sedução após o jantar num local romântico, insinuações provocantes, expressões com duplo significado e respostas nitidamente com segundas intenções…
Rodopiando ao comando do vento, delineava sozinha a sua dança, enquanto ele a contemplava, elogiando o seu estilo, ao mesmo tempo que media muito educadamente as palavras que proferia.
Dois passos para a direita e outros tantos para a esquerda, o certo é que a dança a fez aproximar do seu rosto e um beijo, sentido ou não, foi roubado naquele instante…ele não reagiu exactamente como ela esperava, o seu beijo foi seco, seus olhos mantiveram-se bem abertos, não houve química, não houve correspondência…mas ele amava-a, e talvez por isso não queria que as coisas acontecessem dessa maneira.
Mas ela, sem desistir, jogou a última cartada e foi directamente ao “assunto”…propondo alugar um quarto…Mais uma vez não teve sucesso, a proposta foi recusada quase sem hesitação…
Sem mais trunfos, sentindo-se rebaixada e humilhada, dali saiu, furiosa, sem dizer uma única palavra…

Bem, não quero pôr-me aqui a arranjar justificações ou a tentar desvendar o que se passa na cabeça das senhoras...até porque o facto de não se entender, torna a relação homem/mulher mais atractiva, mais cativante, mais misteriosa…
Mas…
Até que ponto poderia ele pensar que ela apenas queria brincar com os seus sentimentos…?
Será que ela não agiu supostamente como um homem…?Sim, como o homem aproveitador, aquele que apenas busca o prazer momentâneo e como não teve êxito, parte para outra…(até porque os homens, supostamente, só pensam nisso…são tão básicos).
E se fosse ao contrário, se os papéis se invertessem, poderíamos pensar que o homem estaria a agir de forma básica para com os sentimentos dela? “Sim, talvez…já que todos os homens são iguais…”

4 de janeiro de 2009

Crepúsculo

Para ser sincero e para meu espanto, não me senti tentado a adormecer numa sessão da meia noite.
Não que o filme tivesse muita acção, mas lá que ele é bom, é!
E dá cá uma daquelas sensações do livro ser tanto, mas tanto melhor...
Sabia que falava de vampiros e só por isso esperava outra coisa, não sei, algo mais violento e com menos substrato. Mas surpreendi-me quando encontrei uma história com pés e cabeça, em que por momentos queria acreditar que alguma coisa até pode ser realidade, principalmente com um desempenho brutal destes dois da fotografia.
Vou ter que ler os livros...

31 de janeiro de 2008

Into the Wild


Estreia esta semana, e será com toda a certeza o próximo filme que irei ver no cinema.
A história fala de um jovem que após terminar a faculdade, renuncia aos prazeres de uma vida fácil. Deixa a familia para trás e parte numa viagem introspectiva em busca de um Alasca por descobrir.
A banda sonora fica a cargo do vocalista dos Pearl Jam- Eddie Vedder, agora a solo . Este, garanto que neste registo está sublime.
Tenho a impressão que temos filme... e música, uma grande música!
Sozinho, de mochila às costas... Para quem sabe o que isso é, não preciso dizer mais nada.