29 de dezembro de 2008

Ride the Wild Surf


Acampamento Selvagem
Bodyboard
Música
Mar
Fogo
Amizade
E muito mais...
Dia 4 de Janeiro de 2009
No vosso blog!

Naquela rua



Lembras-te?
Foi ali que tudo começou, naquela esplanada que fazia de nós apenas mais duas peças numa rua movimentada.
Indiferentes a todos os que por ali passavam, quando era indiferente se por lá passariam todos ou nenhuns...

24 de dezembro de 2008

Um Natal diferente...



Ainda à uma semana fazia contas à vida para arranjar tempo acordado em casa nos dias de Natal (dormir no dia 24 para aguentar a noite, passar a noite no hospital e dormir no dia 25 para recuperar forças de uma noite que prometia ser desgastante) e agora vejo-me a desejar estar a trabalhar esta noite.
“Endoideceu!” E pensam uns, “És parvo ou que?!?” perguntam outros.
Não!
É o simples desejo de não andar a coxear de um lado para o outro de perna às costas, sem sair de casa e de não estragar a quadra aos colegas que contavam com o feriado nessa noite!
Sem nada poder fazer contra isso só me resta desejar o melhor Natal de todos e cheio do verdadeiro espírito a todos os nossos leitores.
Beijos e Abraços,
FELIZ NATAL!

23 de dezembro de 2008

Presépios


Às vezes tenho saudades destas férias.
Numa época em que seria suposto ter algum tempo sequer para olhar para o presépio, vejo-me apertado para o fazer. Confesso que se são 10 minutos que me consigo sentar na sala, são 10 minutos em que as luzes da árvore de natal têm de estar ligadas.
Este ano não estive presente nesse acto fulcral que é montar o presépio, e se querem que vos diga, esse canto reservado nesta altura do ano algures nas nossas salas, é quase 50% do espírito do natal.

...Os outros 50% existem porque os primeiros 50 nos carregam diariamente as baterias para os segundos.


Cinemas caseiros


Lembram-se do natal dos anos 90?
Simplesmente não o era se não houvesse "Assalto ao arranha céus" ou "Sozinho em casa".
Ontem fiz o "sacrifico" (cheguei a casa à 00h30) de ficar acordado até à 01h30.
Ia dar na televisão o "Assalto ao Aeroporto", e eu simplesmente tinha que ver nem que fosse apenas meia hora desse clássico das nossas vidas.
Por breves momentos voltei a ter 14 anos...

20 de dezembro de 2008

As luzes e a falta delas


Preocupa-me o facto de ser preocupação de alguém, principalmente quando se trata desta pessoa.
Eu confesso que sou daqueles que por bastas vezes, conduzo automóvel durante a noite sem sequer me lembrar de ligar as luzes.
Ora, numa época como esta, em que a noite abunda e as luzes não são poucas, admito que vá continuar a cometer o mesmo erro. Desculpem-me aqueles que por aí se cruzarem comigo, mas já faz parte de mim.
Ora já que falamos em luzes e luzinhas, há realmente umas que aquecem mais a alma do que outras.
Ontem tive a oportunidade de presenciar uma pequena batidela entre dois automóveis à entrada de um estacionamento.
O carro que foi batido, estacionado estava, e a condutora que bateu, estacionar tentava.
Não é que em pleno ano 2008 a senhora agarra numa folha e deixa o seu contacto no pára-brisas do automóvel ofendido?! De louvar esta atitude, de uma anónima Cristina, que ali resolveu dar-se a conhecer e que por isso, aqui merece o destaque por tamanha honestidade.
Ainda nas luzes... penso que já esteja na altura de eu dar uma vista de olhos pela baixa de Lisboa, se não me anunciar, ao menos que deixe que me anunciem que está mesmo a chegar... e não é que faltam apenas 5, os dias?!

16 de dezembro de 2008

Viver...


Não consigo dormir...

Ainda te consigo ouvir sussurrar aos meus ouvidos “Descobre-me!”;

A minha almofada ainda tem o teu cheiro,

Os lençóis permanecem amarrotados e neles posso ver a tua forma,

Mesmo sem te tocar ainda sinto a tua pele macia,

O gosto doce de teus lábios permanece nos meus...

Posso-te ouvir, cheirar, ver, tocar, sentir!

Mas, ao meu lado não está ninguém.

Foste como uma névoa passageira numa manha de primavera,

Fugiste conforme apareces-te.

E apesar de não te ter ser uma tortura...

Vou continuar a viver!

14 de dezembro de 2008

O que eu queria


Queria rever-te de cachecol,
Nariz e bochechas encarnadas.
Queria que me desses a mão,
E nos perdesses de mãos destapadas.

Queria despedir-me outra vez,
Porque sei que outra vez não voltará.
Queria sentir-te crua e quente.
Senão agora, antes de quem te encontrará.

... Não pelo pouco que nós fomos, mas pelo acorrentado que me deixas-te ao muito que poderíamos ter sido.

13 de dezembro de 2008

Hoje é isto!

Sábado à tarde, com chuva lá fora e este frio?
Só mesmo na sala a ver um filme, aquecedor ligado e... não sei... apetecia-me algo mais ...

Ferrero Roche

12 de dezembro de 2008

O Sufoco!


Foi isso que senti hoje quando me desloquei a uma grande superfície na esperança de encontrar alguma coisa que se assemelhasse a uma prenda razoável, para a próxima troca de prendas em que irei estar presente.
Assim que eu entrava numa loja, vinham logo ter comigo tal qual abutres a perguntar no que poderiam ajudar para me extorquir a máxima quantidade de dinheiro no mínimo de compras.
Eu sem saber em que língua lhes responder, porque entretanto tinha ficado sem fala, não sabia como havia de dizer que queria algo bom, que fosse útil, mas acima de tudo, barato.
Afastei-me rapidamente do pássaro, para ganhar distância de segurança que me permitisse um raciocínio e respiração capazes, mas logo me rendi ao desespero, assim que me lembrei que faltava uma pequena particularidade, a do unisexo, uma vez que a troca de prendas será aleatória.
A garganta começou a secar, o coração a bater mais rápido, e eu já só via bandos de pardais à minha volta.
Saí, respirei fundo, e estoirei na primeira loja que vi à minha frente!
Pronto, já estava. Já tinha a minha prenda, sabia que esta teria cerca de 40% de probabilidade do seu futuro dono a utilizar, 50% de ficar esquecida na caixa original até ao ano 2023 e 10% de ser reutilizada para outra pessoa ainda este Natal.

E pronto, esta foi a aventura por detrás da da minha única compra neste Natal

9 de dezembro de 2008

Testamento


À minha mãe, eu deixo um quarto mais arrumado,


meias limpas e um lugar vazio à mesa.


Ao meu avô, eu deixo o nosso clube com menos um adepto,


e ao meu pai, menos uma chance de vir a ser avô.


Ao meu irmão, eu deixo um abraço, para quando ele se formar


e for o médico que eu nao consegui ser.


À minha irmã eu deixo um diário com algumas páginas em branco.


Aos meus inimigos, eu deixo a oportunidade de me terem conhecido melhor.


Aos meus amigos eu deixo menos um amigo.


À minha namorada, eu deixo um pedido de desculpas.


E a si, eu deixo um conselho: Use Preservativo.





"Revista Sábado - Edição Nº239"