
(Atendendo a que criámos o blog para que se revissem e porque este “problema” nos atormentava à um tempo, decidimos juntar-nos e pôr a nossa ideia no papel. Desta vez, e porque o tema assim o pedia, juntamo-nos para criar um texto que esperemos que mexa com vocês leitoras. À espera dos vossa indignação nos comentários… ou não. ZapporssöN & Cephas)
Bem, hoje é Domingo... cheguei à pouco da missa, e não sei porque, desde que acordei estou à espera deste momento. Da chamada para o almoço.
Na SIC está a dar um documentário da National Geographic sobre predadores nocturnos, e de vez em quando vem-me ao nariz o cheiro da minha comida preferida: Grão de bico com bacalhau, que eu, em jeito de vingança vou encharcar em azeite, produto da dolorosa apanha da azeitona em Novembro passado... Nem me quero lembrar!
Já à mesa, a minha mãe pede-me para lhe passar um pouco de salsa, que conjuntamente com cebola picada, dá o toque de requinte.
Agora que penso bem, reparo que para a minha mãe, salsa há só uma... a que vem da terra!
No entanto, cerca de 90% dos homens quando ouvem esta palavra, são automaticamente transportados para um local diametralmente oposto, situado a 180º de distância, afinal de contas, estamos a falar do tal toque de requinte...
Todos nós sabemos que as calças da Salsa podem não mudar o mundo, mas lá que o fazem mais belo...fazem!
Agora fico com algumas questões… não estarão estes ideais de beleza e perfeição ligados ao actual consumismo? Não andará a valorização da imagem na sociedade a agravar esta idealização da imagem perfeita?
O certo é que cada vez mais ouvimos em conversas de rapazes a expressão “A Salsa faz milagres!”. Embora isso, e como rapaz falo, coloque sempre a duvida na perfeição… será realidade ou simples transformação?
Não quero com isto dizer, que quem não é dono da tal “beleza aprumada” se deva atirar às paredes, basta seguirem a dica...ou então acordarem para a realidade, pois embora neste mundo existam muitas imperfeições, não deixa de ser o meu mundo, e só por isso, aos meus olhos é perfeito.
Só mais uma coisa... não desesperem!
A perfeição não nasce connosco… procura-se!
Para isso, nunca se esqueçam que por detrás de toda a imPERFEIÇÃO há sempre, mas sempre uma perfeição que nos toca...
Bem, hoje é Domingo... cheguei à pouco da missa, e não sei porque, desde que acordei estou à espera deste momento. Da chamada para o almoço.
Na SIC está a dar um documentário da National Geographic sobre predadores nocturnos, e de vez em quando vem-me ao nariz o cheiro da minha comida preferida: Grão de bico com bacalhau, que eu, em jeito de vingança vou encharcar em azeite, produto da dolorosa apanha da azeitona em Novembro passado... Nem me quero lembrar!
Já à mesa, a minha mãe pede-me para lhe passar um pouco de salsa, que conjuntamente com cebola picada, dá o toque de requinte.
Agora que penso bem, reparo que para a minha mãe, salsa há só uma... a que vem da terra!
No entanto, cerca de 90% dos homens quando ouvem esta palavra, são automaticamente transportados para um local diametralmente oposto, situado a 180º de distância, afinal de contas, estamos a falar do tal toque de requinte...
Todos nós sabemos que as calças da Salsa podem não mudar o mundo, mas lá que o fazem mais belo...fazem!
Agora fico com algumas questões… não estarão estes ideais de beleza e perfeição ligados ao actual consumismo? Não andará a valorização da imagem na sociedade a agravar esta idealização da imagem perfeita?
O certo é que cada vez mais ouvimos em conversas de rapazes a expressão “A Salsa faz milagres!”. Embora isso, e como rapaz falo, coloque sempre a duvida na perfeição… será realidade ou simples transformação?
Não quero com isto dizer, que quem não é dono da tal “beleza aprumada” se deva atirar às paredes, basta seguirem a dica...ou então acordarem para a realidade, pois embora neste mundo existam muitas imperfeições, não deixa de ser o meu mundo, e só por isso, aos meus olhos é perfeito.
Só mais uma coisa... não desesperem!
A perfeição não nasce connosco… procura-se!
Para isso, nunca se esqueçam que por detrás de toda a imPERFEIÇÃO há sempre, mas sempre uma perfeição que nos toca...





